A ressonância do tempo e a materialidade da memória: a releitura do romance de Anne Rice (1976) na primeira temporada da série 'Entrevista com o Vampiro' (2022)
DOI:
https://doi.org/10.21747/21832242/litcomp53a8Palavras-chave:
Ressonância, Crítica Literária, Anne Rice, Entrevista com o Vampiro, Série TelevisivaResumo
Este artigo analisa a primeira temporada da adaptação televisiva Entrevista com o Vampiro (AMC 2022), de Rolin Jones e Mark Johnson, em contraste com o romance homônimo de Anne Rice (2020), a partir da noção das ideias de desaceleração do tempo e da materialidade da memória. Entre os autores do referencial crítico, destacamos a reflexão da crítica e biógrafa Katherine Ramsland bem como o teórico alemão Hartmut Rosa, cujo conceito de “ressonância” contrasta com o risco da alienação e da indiferença em meio à sociedade em que vivemos. Dessa maneira, buscamos demonstrar que a série não é apenas uma adaptação fiel ao espírito de sua autora original, mas também uma experiência que critica a contemporaneidade, capaz de conjugar o cuidado com o mundo e a desaceleração da narrativa em diálogo com as reflexões propostas neste dossiê.
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