“Traz-me só café”: A Revisitação do Mito de Salomé em Aubrey Beardsley e em Ana Luísa Amaral
DOI:
https://doi.org/10.21747/21832242/litcomp53v1Palavras-chave:
Ana Luísa Amaral, Aubrey Beardsley, estudos queer, ilustração, poesia, SaloméResumo
Através de uma exploração inicial dos vários contornos que materializam o mito de Salomé, desde a sua conceção bíblica à fetichização da mulher-castradora patente no final do século XIX, o presente artigo propõe-se analisar o poema “Salomé Revisitada” (2011), de Ana Luísa Amaral, em diálogo com ilustrações da autoria de Aubrey Beardsley. A leitura comparada destes objetos permite avançar, à luz da teoria queer, uma Salomé que subverte as normas sociais sobre o corpo, sobre a sexualidade e sobre a identidade de género, permitindo, ainda, uma análise redentora e notoriamente não-purificadora desta figura.
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